Categoria: Dioceses e Paróquias

Como rezar o terço?

Como rezar o terço?

A história do terço é bem antiga. Na realidade foi um dos primeiros registros que os monges cristãos fizeram quando ainda se utilizavam pedrinhas para contar as suas orações e na Igreja Católica, em 1328, quando a Nossa Senhora apareceu para São Domingos e solicitou que ele rezasse o terço para que a salvação do mundo acontecesse. Foi dessa forma que surgiu a devoção ao Rosário (coroa de rosas oferecida a Nossa Senhora).

Rezar o terço

Rezar o Rosário significa fazer a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica que são divididos em quatro grupos de cinco mistérios cada um, ou seja, o Terço. No Rosário, rezamos 150 Ave-Marias e no terço é rezado uma quantidade equivalente a terça parte, ou seja, apenas 50 Ave-Marias são rezadas.

Rezar o terço diariamente irá nos levar ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e de todas as passagens da Bíblia, principalmente as mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são: Gozosos, Dolorosos, Gloriosos e os Mistérios de Luz.

como rezar o terço

Uma outra característica do terço é que ele pode ser rezado individualmente ou coletivamente e a sua prática se tornou rapidamente a oração mais popular da Igreja Católica. Mesmo nos dias atuais ela ainda é uma das formas de devoção mais queridas à Nossa Senhora sendo praticada fielmente pelos cristãos em todos os dias de suas vidas praticamente.

Rezar o terço online

É possível você encontrar formas para rezar o terço online, por exemplo, no site da Sagrada Família, é possível encontrar os terços tradicionais e também o terço eletrônico, uma nova forma de rezar e manter o seu propósito na fé além de te ajudar a se manter firme no objetivo de seguir a vida com Cristo, por mais que as vezes bata aquela vontade de desistir de rezar ou simplesmente por não conseguirem manter a rotina devido às suas atividades diárias, às vezes também as pessoas desistem por não terem companhia para lhes incentivarem e realizar as orações juntos.

Além disso, nos dias atuais é cada vez mais difícil passar certos costumes para os jovens, pois elas possuem tantas distrações e diversos outros meios que estão “competindo” pela atenção deles. Usar a mesma linguagem e lhes apresentar algo diferente em que ao tempo tempo tenha o propósito e a essência da vida cristã é uma forma de trazê-los para perto da família e lhes ajudar a ter a prática do terço.

O terço eletrônico é feito de policloreto de vinila, que é um material inquebrável, isso irá ajudar a você fazer a oração da forma correta e personalizada, seja acompanhando as cores ou se preferir, também pode acompanhar a oração constantemente ou realizá-la de forma manual. Também é possível que você faça sua reza com o som do terço ou fazer a sua oração totalmente em silêncio, isso irá depender do seu gosto e preferência.

É muito importante que as práticas católicas sejam resgatadas e mantidas para a construção de pessoas melhores e que estejam mais focadas na sua fé e convictas de que podem sempre confiar na palavra de Deus para lutar contra as resignações da vida. O terço é praticamente uma “arma espiritual” que é muito poderosa, ela é capaz de vencer qualquer obstáculo e realizando sua prática irá sempre lhe ajudar no que é fundamental para alcançar seus objetivos com muito amor e devoção.

como rezar o terço - passo a passo

Rezar o terço com áudio

A meditação de cada mistério possui sua base contida na Escritura Sagrada: é totalmente opcional a leitura do trecho em que narra o que será contemplado, ou também a divisão de um ou mais trechos em dez pedaços, ajudando assim a ser lido parte a parte antes de cada Ave-Maria.

Na grande maioria das leituras do são dos Evangelhos, existem trechos do Antigo Testamento que irão lhe ajudar a compreender o que se passa em cada ocasião, ou diversos comentários doutrinários sobre elas que estão contidos nas epístola. Os dois últimos mistérios (Assunção e coroação) não fazem parte do Evangelho, porém são profetizados: por exemplo, no Livro de Judite, uma mulher salva o povo; nos Salmos, há frequentes elogios a uma figura feminina, presentes também no Cântico dos Cânticos; e, definitivamente, no Apocalipse, um sinal nos céus apresenta uma mulher como Rainha, que a Tradição Apostólica, desde os primeiros tempos, afirmou tratar-se de Maria.

É possível encontrar diversos áudios com as rezas dos terços para você ouvir e fazer.

Rezar o terço passo a passo

Veja agora como rezar o terço, seguindo esta ordem:

Creio

Creio em Deus Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, Seu único Filho Nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

Pai-Nosso

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje e perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Não nos deixeis cair em tentação, mas nos livrai do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave-Maria, cheia de graça! O Senhor é convosco e bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós, os pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre, e por todos os séculos dos séculos. Amém.

Salve Rainha

Salve Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve! A vós bradamos os degradados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei. E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto de vosso ventre. Ó clemente! Ó piedosa! Ó doce sempre Virgem Maria! Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.

“À luz da própria Ave-Maria, bem entendida, nota-se claramente que o carácter mariano não só não se opõe ao cristológico como até o sublinha e exalta” (Rosarium Virginis Mariae).

Porque rezar o terço?

O Terço é na verdade uma parte do rosário, ela é uma oração de contemplação, louvor e ao mesmo tempo de súplica. O papa Paulo VI nos ensinou que ele “tem índole comunitária, se nutre da Sagrada Escritura e gravita em torno do mistério de Cristo”.

Quanto mais for invocado o nome de Maria repetindo as Ave-Marias, mais se evocará o Cristo, o “bendito fruto do seu ventre”.

Na medida em que o vamos rezando e contemplando, ele nos abre um “painel catequético e bíblico” da História da Salvação.

Como rezar o terço?

Comece com: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Após isso será rezado a oração do Creio e do Pai-Nosso, três Ave-Marias e o Glória ao Pai.

Quando todas essas orações forem concluídas, contempla-se, antes de cada dezena, o mistério do Terço rezado naquele dia.

Certificado de batismo – Batismo católico

Certificado de batismo – Batismo católico

Certificado de batismo

O certificado de batismo católico é um símbolo que possui um grande significado na nova vida de uma criança em Deus.

Batismo católico

O batismo santo é um dos fundamentos de uma vida cristã fiel que você irá ter durante toda sua vida.

O batismo significa o nascimento, assim como quando as crianças assim que nascem são totalmente dependente de seus pais para sobreviverem, nós também somos dependentes da vida que Deus tem para nos oferecer. No batismo, toda a Igreja se reúne para celebrar a experiência de sermos totalmente dependentes de Deus, sendo como seus filhos. Através desse sacramento, somos participantes da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal de que Deus cuida de nós.

Significado do Batismo católico

O santo batismo é uma parte fundamental para toda a vida cristã, ela é a porta da vida no Espírito, que irá abrir o acesso aos demais sacramentos. Somente através dele é que somos libertados do pecado e totalmente regenerados como filhos de Deus, nos tornando eternos membros de Cristo, juntamente com à Igreja e sendo fiel participantes de sua missão:

“Baptismus est sacramentum regenerationis per aquam in verbo (o batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra)”.

Quando recebemos o sacramento do batismo, nós deixamos de ser criaturas para nos tornar filhos amados de Deus. Muitas pessoas pensam que os sacramentos em geral são obras eclesiásticas, ou seja, “invenções” da Igreja, mas isso é uma grande mentira, todos sacramentos foram criados sem nenhuma dúvida pelo nosso Senhor Jesus Cristo, o próprio Deus Encarnado.

Assim como o profeta João Batista, que foi primo de Jesus, veio ao mundo para preparar os caminhos para a vinda do Messias, foi ele quem realizava o batismo das pessoas para a vinda de Cristo (cf. Mc 1,2s). Ele tinha total certeza e sabia que o seu batismo era temporário, pois logo após dele viria seu primo Jesus, que iria fazer o batismo através do Espírito Santo, ou seja, o profeta batizava com água e Jesus batizava com o Espírito Santo. A própria Bíblia diz que o batismo deve ser feito à todos, o que inclui as crianças.

“Disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2, 38-39). A promessa diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe – a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.

Batismo igreja católica

Assim como nos é informado no livro de Gênesis, Adão e Eva pecaram de uma forma gravíssima quando desobedeceram a Deus, pois queriam se tornar iguais a Ele. Foi por este motivo que eles foram expulsos do Paraíso, passaram a sofrer e morreram. Deus os castigou e transmitiu a todos os filhos de Adão, ou seja, a todas as pessoas, o conhecido como pecado original. Porém o Senhor prometeu a Adão e Eva que no futuro iria enviar Seu próprio Filho, segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que seria igualmente homem, com a função de morrer na Cruz e dessa forma pagar o pecado de Adão e Eva e todos os outros pecados cometidos pelas pessoas.

Não basta, porém, que Jesus tenha morrido na cruz. Isso não é motivo suficiente para que nós possamos pecar à vontade, é necessário ainda que a Sua morte seja aplicada sobre as almas, para que todas elas reencontrem a amizade de Deus, ou seja, se tornem verdadeiros filhos d’Ele e tenham apagado de suas vidas o pecado original. Foi dessa forma que para aplicar Seu Sangue derramado na cruz sobre nossas almas que Jesus instituiu esse sacramento.

Batismo igreja católica regras e passo a passo

Existem algumas regras para o batismo na igreja católica:

  • Pais e Padrinhos devem fazer a preparação para o batismo;
  • Durante o período de preparação, é comum que sempre seja feito no 3º sábado de cada mês os treinamentos, porém dependendo da agenda da paróquia isso pode ser mudado.
  • É recomendado que sempre chegue com 15 minutos de antecedência para a preparação e a tolerância para atrasos são de 15 minutos.
  • Sempre que possível é recomendado não levar crianças para o local do encontro, para que dessa forma seja evitado qualquer tipo de desconforto para todos os participantes.
  • Após a conclusão do período de preparação será iniciado o processo do Batizado.
  • Comumente ele ocorre no 4º domingo do mês.
  • É altamente recomendado chegar com 15 minutos de antecedência no dia do batismo e a tolerância de atraso para esse evento são de apenas 5 minutos, por isso programe-se bem.
  • Após concluído o batismo você irá receber o seu vale e certificado de batismo que ficam a cargo da paróquia realizadora.

Algumas informações importantes que devem ser mencionadas:

Pais que são casados apenas no CIVIL ou que vivem maritalmente não irão receber o comprovante da preparação do batismo (ele possui validade de 2 anos), irão receber apenas uma declaração de conclusão.

As inscrições para o batismo ou para a preparação do batismo somente irão acontecer mediante a apresentação de toda a documentação necessária, sempre feita com no máximo 5 dias de antecedência do próximo batismo.

Batismo igreja católica padrinhos – Imagem de batismo católico

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Requisitos para ser padrinho ou madrinha de batismo

  • Ser maior de 16 anos;
  • É necessário uma confirmação de seu catolicismo (Crisma, conforme CDC, Cân. 874 § 1 item 3º);

Quanto ao estado civil, deve ser:

  • Casado(a)  na Igreja Católica Apostólica Romana;
  • Solteiro(a),  não viver em estado de concubinato.

O ministro do batismo católico

Comumente, o ministro do batismo é o padre. Isso ocorre pois foi ele quem recebeu de Deus o poder de trazer para o coração da pessoa batizada a fé de Cristo, fazendo com que ela realmente se torne filha de Deus. Porém em alguns casos, pode ser necessário que o batismo ocorra as pressas devido à alguns imprevistos, dessa maneira, caso não haja nenhum Padre por padre por perto, qualquer pessoa poderá realizar o batismo, desde que queira fazer o que a Igreja Católica faz no batismo, ou seja, utilizar a água e dizer as mesmas palavras da forma do batismo.

Além da presença da pessoa que está sendo batizada, do ministro do batismo, também existe, na cerimônia, os padrinhos que são as pessoas que seguram a criança. Normalmente, os padrinhos escolhidos são um homem e uma mulher. Eles devem ser bons católicos, pois a função dos padrinhos é dar o exemplo para a criança de ser um bom católico, ajudar os afilhados a aprender o Catecismo, a rezar, a conhecer e amar a Deus. São os padrinhos que respondem, no lugar dos pais, as perguntas que o ministro faz durante a cerimônia.

Batismo católico para crianças

Existem alguns requisitos para que a paróquia realize o batismo das crianças:

  • A criança deve ter até 06 anos de idade para que seja batizada normalmente;
  • Crianças maiores de 6 anos de idade devem fazer uma preparação para o batismo da catequese.

Documentos exigidos para o batismo católico

É necessário a entrega de alguns documentos para que o batismo seja realizado, estes documentos são:

1 – Criança:

– Certidão de nascimento.

2 – Pais:

– Se casados no religioso, cópia da certidão de casamento;
– Se não casados, mas vivam maritalmente, cópia da RG;
– Cópia  do comprovante de residência;

3 – Padrinhos e ou Madrinhas:

– Se casados, cópia da certidão de casamento no religioso;
– Se solteiros, cópia de um documento do RG;
– Cópia da certidão ou lembrança do Crisma;

É preciso levar a cópia do comprovante de preparação para o batismo, caso pais e/ou padrinhos tenham feito o curso em outro local;

Caso a criança não seja residente da paróquia paróquia em que a solicitação está sendo feita, será necessário fazer a transferência da paróquia onde reside.

Taxa: A variar dependendo da paróquia

Paróquia Nossa Senhora de Fátima

Paróquia Nossa Senhora de Fátima

Sobre a Arquidiocese de Juiz de Fora

Juiz de Fora acabou se tornando uma cidade em destaque na Arquidiocese de Mariana, pertencente à toda Zona da Mata, por isso ela se tornou um grande polo político e cultural, juntamente com muitas indústrias e também aliado à um forte comércio, seguindo um caminho de progresso e crescimento.

A cidade de Juiz de Fora disputava juntamente com Belo Horizonte a primazia na ordem política, cultural e social. A ideia de criar uma diocese em Juiz de Fora surgiu primeiro na mente empreendedora do Arcebispo de Mariana, Dom Silvério Gomes Pimenta, que todos os anos comparecia à cidade para realizar um retiro com o clero de Mariana na Academia de Comércio.

Embora Dom Silvério tenha falecido sem conseguir concretizar seu sonho, os seus planos acabaram sendo concretizados por seu sucessor, Dom Helvécio Gomes de Oliveira. No ano de 1923, Dom Helvécio convocou o Monsenhor Dr. Domício de Paula Nardy para se mudar para Juiz de Fora e fazer a preparação de toda a infraestrutura da nova diocese, para a chegada de seu primeiro bispo. Mons. Nardy que foi nomeado o primeiro Vigário Geral da Diocese de Juiz de Fora, permanecendo na cidade com essa função até junho de 1940. O Pe. Gustavo Freire atuou como o primeiro Secretário do Bispado.

Atendendo à solicitação de Dom Helvécio, a Santa Sé criou a Diocese de Juiz de Fora, através da bula feita pelo Papa Pio XI “Ad Sacrosancti Apostolatus Officium”, com a data de 1° de fevereiro de 1924. A primeira sede da diocese era sediada no palacete alugado na antiga Rua do Progresso, hoje ela está na Rua Santos Dumont, próximo à Igreja do Rosário.

O primeiro bispo da Diocese de Juiz de Fora foi Dom Justino José de Sant’Ana cuja sua posse ocorreu no dia 1º de fevereiro do ano de 1925, assumindo desde então a instalação e toda a organização da diocese. Foi no Rio de Janeiro, na Igreja do Convento de Santo Antônio que sua ordenação episcopal ocorreu. Dom Justino esteve à frente da diocese durante o período de 33 anos, nos quais realizou muitas obras durante esse período. Segue algumas que ele fez:

  • lançamento do jornal diocesano “O Lampadário”;
  • criação do Seminário Santo Antônio;
  • reforma e ampliação da Catedral Santo Antônio;
  • fundação do Patronato São José;
  • realização de dois Congressos Eucarísticos Diocesanos.

O Lampadário acabou se destacando como um dos veículos mais importante de comunicação da cidade, fazendo a notícia de todos os fatos rotineiros e históricos da diocese, além de também funcionar como um espaço para campanhas de arrecadação de fundos para realizar os projetos de Dom Justino, como o Patronato São José, o Seminário Santo Antônio e a Catedral.

Dom Justino recebeu Dom Othon Mota, para ser o seu bispo auxiliar, o qual permaneceu por apenas três anos (1953-1956). Outro importante colaborador de Dom Justino foi o Monsenhor José Ferrer Ribeiro da Fonseca que se dedicou por muitos ao Seminário Santo Antônio, ajudando com a formação do clero. Ele também foi o segundo Vigário Geral da diocese, tendo que em diversas ocasiões assumido o governo do bispado. Dom Justino recebeu para ser o seu Bispo Coadjutor e com direito à sua sucessão, Dom Geraldo Maria de Morais Penido, que acabou tomando posse no dia 25 de março de 1958. Dom Justino faleceu no dia 09 de junho de 1958. Após sua morte quem assumiu a diocese foi seu Bispo Coadjutor, Dom Geraldo Maria de Morais Penido.

“[…]. É Cristo que atua no tempo e que escreve, precisamente Ele, a sua história, de maneira que os nossos pedaços de papel são ecos e vestígios desta passagem da Igreja, ou melhor, da passagem do Senhor Jesus no mundo. E eis que, então, o ter o culto destes papéis, dos documentos, dos arquivos, quer dizer, por repercussão, ter o culto de Cristo, ter o sentido da Igreja, dar a nós mesmos e dar a quem vier a história da passagem desta fase do transitus Domini no mundo.”
Paulo VI, Alocução Aos Arquivistas Eclesiásticos, 26 de Setembro de 1963.

O Arquivo Arquidiocesano, organismo da Cúria Metropolitana conforme disposição do Código de Direito Canônico (Capítulo II Art. 2º Cân.486§1) tem como sua principal atribuição zelar por todo o patrimônio documental da Arquidiocese de Juiz de Fora. Essa gestão documental prevê uma implantação e também o desenvolvimento de uma política para todos os documentos da Arquidiocese de Juiz de Fora no âmbito de seu tratamento técnico, conservação e preservação, elaboração dos instrumentos de controle e de pesquisa, garantindo o pleno acesso do cidadão à informação, tanto para a produção de conhecimento da forma científica e cultural quanto para a defesa de seus direitos.

Fotos da Arquidiocese de Juiz de Fora

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Agenda da Arquidiocese de Juiz de Fora

Veja agora a agenda para o restante do ano de Outubro de 2017.

17 Outubro 2017
Reunião do Clero
Terça-feira 17 Outubro 2017
Local: Edifício Christus Lumen Gentium

20 Outubro 2017
Assembleia Regional da Pastoral Familiar
Sexta-feira 20 Outubro 2017
Local: Vitória (ES)

21 Outubro 2017
Dia Nacional de Valorização da Família
Sábado 21 Outubro 2017
Local: Nas (arqui)dioceses do Brasil

Reunião do Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP)
Sábado 21 Outubro 2017
Local: Edifício Christus Lumen Gentium

Visita pastoral dos Coordenadores Regionais da Pastoral dos Surdos
Sábado 21 Outubro 2017
Local: Ponte Nova (MG)

24 Outubro 2017
Comissão de Bens Culturais
Terça-feira 24 Outubro 2017
Local: Edifício Christus Lumen Gentium

27 Outubro 2017
Conselho Diaconal
Sexta-feira 27 Outubro 2017
Local: Lar Sacerdotal

29 Outubro 2017
DNJ (Dia Nacional da Juventude)
Domingo 29 Outubro 2017
Local: Paróquias e Comunidades

02 Novembro 2017
Finados
Quinta-feira 02 Novembro 2017
Local: a ser determinado

Encontro Emaús Masculino
Quinta-feira 02 Novembro 2017
Local: a ser determinado

10 Novembro 2017
Reunião da Comissão de Bens Culturais de Igreja do Regional Leste 2
Sexta-feira 10 Novembro 2017
Local: Belo Horizonte (MG)

Estação das Libras – Encontro Formativo Regional da Pastoral dos Surdos
Sexta-feira 10 Novembro 2017
Local: Varginha (MG)

Para ver mais acesse o site da paróquia aqui: https://www.arquidiocesejuizdefora.org.br/index.php/2014-08-12-17-05-00/agenda/cat.listevents/2017/10/16/-

Padroeiro da Arquidiocese de Juiz de Fora

O padroeiro da Arquidiocese de Juiz de Fora é o Santo Antônio, nascido em Lisboa no ano de 1195, foi batizado como Fernando, porém anos depois ele trocou seu nome por Antônio após ingressar na Ordem dos Franciscanos. O sobrenome “de Pádua” é relacionado à cidade italiana onde ele viveu seus últimos anos e que conserva até hoje suas relíquias. Entre nós, na região da Mata mineira, a devoção e o culto a Santo Antônio possuem uma origem muito antiga, desde os primeiros povoadores. O devotamento e a fé a Santo Antônio é uma herança portuguesa, que foi tido como santo milagroso para a localização de pertences perdidos e principalmente como protetor dos namorados e casais, o famoso “santo casamenteiro”. Os historiadores acreditam que a ligação de Santo Antônio com o matrimônio teria surgido em virtude de sua grande festa que é comemorada no mês de junho, período em que no campo eram celebrados a fertilidade antigamente.

O padroeiro da Arquidiocese de Juiz de Fora é o Santo Antônio
O padroeiro da Arquidiocese de Juiz de Fora é o Santo Antônio

Santo Antônio teve sua primeira capela dedicada na primeira metade do século XVIII, ela foi construída pelo fazendeiro Antônio Vidal. No ano de 1850 a então Vila de Santo Antônio do Paraibuna de Juiz de Fora foi elevada à categoria da paróquia e sua capela acabou se tornando a Matriz no mesmo local onde se encontra hoje, como a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora.

A Arquidiocese de Juiz de Fora ganhou uma nova imagem do Santo Antônio como símbolo do encerramento da primeira fase do Sínodo Arquidiocesano, ela possui 1,5 metros e atualmente esta peça artística sacra fica no Santuário de Santo Antônio, que fica em Pádua – Itália.

A bela escultura de madeira foi abençoada em Pádua, pelo Superior da Ordem Franciscana local, diante do túmulo de Santo Antônio, antes que ela fosse expedida para o Brasil.

No dia 23 de novembro de 2010 ela foi apresentada para os fiéis pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, durante missa na Catedral Metropolitana. Ela percorreu 85 paróquias de todo o território arquidiocesano em peregrinação, até o dia 13 de junho de 2011 quando retornou para a Catedral, em uma grande festa, para encerrar o I Sínodo Arquidiocesano.

Redes sociais da Arquidiocese de Juiz de Fora

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Vídeos da Arquidiocese de Juiz de Fora


O Arquivo Arquidiocesano de Juiz de Fora presta atendimento para:

Pesquisa historiográfica junto às fontes documentais;
Emissão de certidão religiosa (batismo / casamento / crismas / óbito);
Busca em livros paroquiais (batismo / crisma / casamento / óbito).

Normas e Procedimentos

Para o atendimento de buscas nos livros paroquiais e para emissão de certidões:

Este serviço poderá ser requisitado pessoalmente no Arquivo, ou através do telefone (32) 3229-5450 no horário de 13h30 às 16h30, ou ainda pelo e-mail arquivo@arquidiocesejuizdefora.org.br.

Para a realização de buscas de assentos paroquiais é necessário informar:

Tipo de busca: batizado / casamento / crisma / óbito
Nome das pessoas envolvidas e respectivas filiações
A data do evento ou o período aproximado
Local onde ocorreu o evento (batizado / casamento / crisma / óbito)

Após realizar o contato inicial, todos os pedidos deverão ser formalizados de forma escrito, dirigidos pelo Arquivo Arquidiocesano em carta postada pelo correio (veja o endereço no link “Localização e Contato”) ou formalizados pelo e-mail citado acima.

Os resultado desta busca terá de ser encaminhado ao solicitante por escrito através do “Extrato de Busca”, no qual o mesmo será notificado se foram ou não localizados livros e períodos pesquisados, através do correio, no endereço fornecido pelo solicitante.

O “Extrato de Busca” não possui informações específicas do texto do assento localizado, este só será apresentado na íntegra, através da emissão da certidão de inteiro teor.

Sobre o bispo da Arquidiocese de Juiz de Fora

No dia 9 de outubro de 1950 nasceu o atual Arcebispo Dom Gil Antônio Moreira em Itapecerica-MG, filho de Antônio Moreira (em memória) e Maria Teresa Mendes Moreira (em memória), é o segundo filho de um total de 8 irmãos, entre os quais está o Padre João Luiz Moreira. Após concluir seus primeiros anos escolares em sua terra natal (pré-primário com as Irmãs Batistinas e primário no Grupo Escolar Severo Ribeiro), ele ingressou com apenas onze anos de idade, no Seminário Menor São José, de Divinópolis. Nesta mesma cidade ele concluiu grau em Letras e Filosofia, tendo ido para Belo Horizonte depois disso, onde se formou em Teologia, pela PUC-MG. Foi ordenado como diácono a 9 de julho de 1973 em Divinópolis e presbítero a 18 de dezembro de 1976, em Itapecerica, pelas mãos de Dom Cristiano Portela de Araújo Pena.

Arquidiocese de Juiz de Fora

Quando ele atuava como presbítero, também foi Vigário Paroquial de São Bento de Itapecerica, Pároco de São Joaquim de Bicas-Igarapé, Santo Antônio de Mateus Leme e Sagrado Coração de Jesus de Santanense – Itaúna. Logo nos primeiros anos de seu sacerdócio, ele foi missionário por 6 meses em Tefé-AM, Igreja Irmã de Divinópolis. Desde o início de seu sacerdócio, recebeu a incumbência de trabalhar com as vocações e logo foi nomeado Reitor do Seminário Maior de Divinópolis, em Belo Horizonte, cargo exercido durante 12 anos. Também foi Reitor no Seminário Maior Maria Mãe da Igreja, em Campo Grande-MS, durante três anos a pedido dos Bispos dos Regionais Oeste 1 e Oeste 2 da CNBB.

É Mestre em História da Igreja pela Universidade Gregoriana de Roma. Fez diversos cursos de especialização para Formador em Toluca-México e em Viamão-RS. Lecionou diversas matérias como Professor, como por exemplo:

  • História da Igreja;
  • Catequética;
  • Metodologia Pastoral;
  • Liturgia e Sacramento da Penitência;
  • Ensinou também Português;
  • Literatura e Desenho Geométrico.

Passou diversos anos em escolas de ensino fundamental e médio. Entre os anos 1997 e 1999, foi Sub-Secretário Geral da CNBB, em Brasília, ao lado de Dom Raymundo Damasceno Assis, Secretário Geral.

Foi nomeado como Bispo Auxiliar de São Paulo, por João Paulo II, aos 14 de julho de 1999, tendo recebido a Ordenação Episcopal aos 16 de outubro de 1999, em Itapecerica/MG. Foi seu sagrante principal o Núncio Apostólico Dom Alfio Rapisarda, e consagrantes Dom Cláudio Hummes e Dom José Belvino do Nascimento, com especial homenagem a Dom Cristiano Frederico Portela de Araújo Pene, 1° bispo de Divinópolis/MG e verdadeiro Pai espiritual de Dom Gil.

Foi no ano de 2004 que se tornou o Bispo Diocesano de Jundiaí, por João Paulo II, tomando posse no dia 15 de fevereiro, onde permanecendo pelo período de cinco anos. No dia 28 de janeiro de 2009, foi nomeado como Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, pelo Papa Bento XVI, tendo tomado posse a 28 de março seguinte, numa memorável liturgia na Catedral Metropolitana de Santo Antônio.

Antes de vir para a Arquidiocese de Juiz de Fora, ele atuava no Regional Sul 1, também foi um membro importante da Comissão de Cultura, presidente da Comissão Regional em Defesa da Vida e responsável pela Comissão Regional dos Bens Culturais da Igreja. No Nacional, era suplente para o Conselho Permanente, pelo Regional Sul 1.

Na Santa Sé, também foi membro da Congregação para a Educação Católica, cujo foi nomeado pelo Papa Bento XVI em abril de 2007. Na CNBB, foi coordenador da Comissão Nacional de Comemorações dos 50 anos do Concílio Vaticano II.

Seu lema é Scis Amo Te (Senhor, sabes que te amo)

Localização da Arquidiocese de Juiz de Fora

Endereço: Av. Barão do Rio Branco, 4516 – Alto dos Passos
CEP: 36.026-500 / Juiz de Fora – MG
Referência: Seminário Santo Antônio e Carrefour

Contato
Administração: (32) 3229-5450
Fax: (32) 3229-5457

Atendimento ao público externo é feito de segunda-feira a sexta-feira, das 13h30 às 16h30.
Site: www.arquidiocesejuizdefora.org.br
E-mail: arquivo@arquidiocesejuizdefora.org.br

Diocese de colatina

Diocese de colatina

Sobre a Diocese de colatina

A Diocese de Colatina teve sua criação no dia 23 de abril de 1990 pelo Papa João Paulo II, juntamente como uma  parte da Província Eclesiástica do Estado do Espírito Santo. A Arquidiocese de Vitório era até então a responsável pela Diocese de Colatina. No ano de 1988 o nascimento dessa Diocese iniciou devido aos grandes esforços feitos pelo Arcebispo da Arquidiocese de Vitória, dom Silvestre Luiz Scandian. Ele verificava atentamente o desenvolvimento do Norte do Estado e a consequente necessidade de fazer com que essa dimensão espiritual e pastoral da Igreja fosse expandida para outros lugares mais próximos daquelas terras.

Foi o dom Carlo Furno, até então Núncio Apostólico no Brasil que fez com que a instalação da Diocese de Colatina fosse concretizada em 15 de julho de 1990, esta data também ficou como registro da posse de seu primeiro bispo, o dom Geraldo Lyrio Rocha. Por mais de 10 anos de intenso trabalho, Dom Geraldo firmou todas as bases desta nova Diocese. Graças ao seu grande empenho, foi possível construir o Seminário Diocesano, chamado de “Casa de Formação Maria Mãe da Igreja” no ano de 1994, onde iniciou o abrigo para diversos seminaristas da Diocese do município da Serra em Espírito Santo (ES).

Além disso o primeiro bispo também instalou, em Colatina, o Mosteiro da Santíssima Trindade que foi feito para abrigar as Irmãs Clarissas e, da devoção a Nossa Senhora da Saúde, fazendo com que sua pequena capela se tornasse em um santuário, que estava localizado em Ibiraçu (ES). Nos dias atuais, Nossa Senhora da Saúde também é Padroeira da Diocese de Colatina. Em 1993, o espírito de constante desenvolvimento do bispo fez com que fosse criado a Livraria Cordis, que hoje também comercializa paramentos e diversos objetos litúrgicos para todo o Brasil. Dom Geraldo permaneceu à frente desta Diocese até janeiro do ano de  2002, quando o Papa o designou a assumir a Arquidiocese de Vitória da Conquista (BA). Atualmente, ele é arcebispo de Mariana (MG).

No dia 6 de julho de 2003 o até então bispo auxiliar dom Décio Sossai Zandonade, tomou posse como o bispo da Diocese de Colatina, sua nomeação ocorreu no dia 14 de maio de desse mesmo ano. No dia 14 de maio de 2014, seu pedido de renúncia foi aceito pelo Papa Francisco, então ele se tornou o bispo emérito de Colatina. Porém foi apenas com o segundo bispado que a criação de mais oito novas paróquias foi realizado, aumentando dessa forma a área da ocupação da Diocese de Colatina em mais de 12.300 km². Nos dias de hoje ela está presente em 17 municípios do norte capixaba, sendo eles: Aracruz, Baixo Guandu, Colatina, Governador Lindenberg, Ibiraçu, Itaguaçu, Itarana, João Neiva, Laranja da Terra, Linhares, Marilândia, Pancas, Rio Bananal, Santa Teresa, São Domingos do Norte, São Roque do Canaã e Sooretama. Ao todo, são 31 paróquias, divididas em cinco áreas pastorais: de Colatina, do Café, BR-101 Norte, BR-101 Sul e Linha Ita. Atualmente, a Diocese de Colatina é conduzida pelo bispo diocesano dom Joaquim Wladimir Lopes Dias.

Fotos da Diocese de colatina

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Agenda da Diocese de colatina

diocese de colatina agenda

Acesse a agenda completa.

Sobre o Batismo

A Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Catedral de Colatina) é o local onde é realizado encontros com o tema sobre o Batismo. No dia 17 de Outubro de 2015 por exemplo, foi realizado um encontro de formação para o batismo com o tema “O papel do catequista à luz dos ensinamentos de Jesus Cristo”. Foi um grande sucesso e mais de 50 pessoas participaram, sendo elas da equipe de Batismo e da Catequese. O padre Malvino Xavier da Silva, o vigário paroquial, também estava presente neste encontro que foi muito benéfico para todos.

Neste encontro foi falado sobre o assunto do batismo pela equipe que organizou o evento e também foi realizada uma comparação das pessoas ao barro nas mãos do oleiro, utilizando a passagem do livro de Jeremias que diz: “como barro na mão do oleiro, assim são vocês na minha mão”. Toda a turma foi convidada a se deixar remodelar pelas mãos de Cristo para que, dessa forma e sempre motivados, concretizem sua missão de evangelizar.

Tanto no momento de abertura como no de encerramento do evento, foi realizada uma encenação onde o grupo teve a oportunidade de perceber a importância de serem vasos sempre em mudanças e melhorias nas mãos do maior oleiro de todos, Deus.

Ao término do encontro, todos os participantes ganharam de presente um vaso cru, com o objetivo de transformá-lo de acordo com sua vontade e criatividade, da mesma forma que o oleiro faz com os seus vasos.

Padroeiros

diocese de colatina - padroeiro

O Estado do Espírito Santo foi colonizado pelos imigrantes italianos que em sua grande maioria vieram da região de Veneza. Devido à isso duas grandes devoções são responsáveis por marcar os corações de seus habitantes, sendo eles: São Marcos e a Nossa Senhora da Saúde. Foi por este motivo que em Ibiraçu, os imigrantes italianos construíram uma capelinha de Nossa Senhora da Saúde assim que chegaram ao local no século XIX.

Esta foi a primeira igrejinha a ser construída na região. Uma família trouxe em sua bagagem um quadro de Nossa Senhora da Saúde que foi colocado nas dependências da capela. Algum tempo depois este quadro foi foi substituído pela própria imagem que permanece até os dias de hoje no local. Todas as famílias se reuniam aos domingos para fazer as orações e recitarem as ladainhas de Nossa Senhora. Como ela foi a primeira e única igreja da região, era muito comum que a grande maioria das pessoas comparecessem à capela. Neste mesmo local também eram realizados eventos, festas, batizados e os famosos leilões. Como forma de agradecimento à Nossa Senhora da Saúde, todos os fiéis traziam grandes ofertas valiosas para agradecer por todas as graças que foram alcançadas devido à ela.

Foi por volta do ano de 1952, que a festa foi transferida para o Seminário Nossa Senhora da Saúde. Em 1997, dom Geraldo Lyrio Rocha, então bispo da Diocese de Colatina, convocou os fiéis para celebrarem a festa de Nossa Senhora da Saúde mais uma vez na igrejinha e, em 21 de dezembro de 1998, em solene celebração, o bispo eleva a igrejinha de Nossa Senhora da Saúde a Santuário Diocesano.

No dia 16 de julho de 2007, dom Décio Sossai Zandonade, já então atuando como bispo de Colatina, fez seu pedido para a Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos para fazer com que a Nossa Senhora da Saúde se tornasse a padroeira da diocese de colatina. Após essa solicitação, o papa Bento XVI fez a aprovação da mesma no dia 29 de setembro do mesmo ano.

Link para redes sociais

https://www.facebook.com/diocesecolatina/

Vídeos da Diocese de colatina

Mais sobre a Diocese de colatina

“A Cúria Diocesana consta dos organismos e pessoas que ajudam o Bispo no governo de toda a diocese, principalmente na direção da ação pastoral, no cuidado da administração da diocese e no exercício do poder judiciário.” (Código do Direito Canônico, 469)

Bispo Diocesano
Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias

Ecônomo
Olméris Antonio Auer

Chanceler
Padre Ernandes Samuel Fantin

Secretária da Cúria
Alessandra Margôto Botti (curia@diocesedecolatina.org.br)

Coordenador Diocesano da Ação Evangelizadora
Pe. Joseumar Miranda da Silva

Secretário
Ledesmar José Walger (secretariadopastoral@diocesedecolatina.org.br)

Sobre o bispo da Diocese de colatina

No dia 23 de Outubro do ano de 1957 nasceu o Dom Wladimir, em Cafelândia. Todo seu ensino básico foi realizado pelo Grupo Escolar de Cafelândia e o ensino médio na Escola Estadual Professor José Ranieri, em Bauru. Em 1979 ele se graduou em Administração de Empresas, na Faculdade Padre Anchieta em Jundiaí. Sua vida cristã teve início na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em sua terra natal, Cafelândia, que é pertencente a Diocese de Lins.

diocese de colatina - Dom Wladimir

De 1994 até 1997 ele estudou Teologia no Instituto Pio XI através do Seminário Diocesano de Jundiaí. No dia 8 de Agosto de 1998, logo após concluir seus estudos ele foi ordenado como diácono, exercendo a função diaconal no ministério da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Jundiaí.

No dia 12 de Dezembro do mesmo ano ele foi ordenado a sacerdote. Desde então, Dom Wladimir exerceu as seguintes funções na Diocese de Jundiaí: co-diretor do movimento Cursilho de Cristandade (em dezembro de 1997); vigário da Paróquia São Sebastião (Itupeva, em dezembro de 1997); pároco da Paróquia São Francisco de Assis (Campo Limpo, a partir de janeiro de 1999); pároco da Paróquia Nossa Senhora da Piedade (Várzea Paulista, em outubro de 2001); presbítero a serviço da Diaconia Territorial de Santo Antônio (Botujuru, Campo Limpo Paulista, em junho de 2002;) vice-reitor do Seminário Maior Nossa Senhora do Desterro (Jundiaí, em janeiro de 2003); membro do Colégio de Consultores da Diocese de Jundiaí, em janeiro de 2006; reitor do Seminário Maior Nossa Senhora do Desterro (Jundiaí, em fevereiro de 2006); vigário paroquial da Paróquia Nova Jerusalém (Jundiaí, em fevereiro de 2006); vigário geral da Diocese de Jundiaí, em fevereiro de 2006; pároco da Paróquia São Roque (Jundiaí, em janeiro de 2009); e administrador diocesano, em março de 2009.

O Papa Bento XVI o nomeou como Bispo Titular de “Sita” e bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória no dia 21 de dezembro de 2011. Alguns meses depois, no dia 4 de Março de 2012 ele foi ordenado como bispo.

Em 14 de maio de 2014, foi nomeado administrador apostólico da Diocese de Colatina. No dia 4 de março de 2015, foi nomeado bispo da Diocese de Colatina, pelo Papa Francisco.

Localização da Diocese de colatina

Endereço: Centro de Formação Nossa Senhora da Saúde
Rua Paulina Recla, n. 900, Aricanga – Ibiraçu/ES – CEP: 29670-000

Tel.: (27) 3257-1252

Fizemos um especial sobre a DIOCESE DE PETRÓPOLIS.

Diocese de Petrópolis

Diocese de Petrópolis

Sobre a Diocese de Petrópolis

No dia 27 de Abril de 1892 o Papa Leão XIII criou a Diocese de Niterói, um ano após no dia 12 de Setembro de 1893 ele fez a nomeação do seu 1º Bispo que foi o D. Francisco do Rego Maia, ordenado em Roma no dia 26 de Novembro do mesmo ano, porém ele só tomou posse no dia 25 de Fevereiro do ano seguinte após sua procuração.

Assim que ele chegou ao Brasil em plena Revolta da Armada, foi residir em Nova Friburgo e logo após ele foi para Campos. No dia 16 de Julho de 1897 Leão XIII fez o desmembramento da Arquidiocese do Rio de Janeiro com a Paróquia de Petrópolis, fazendo sua transferência para a sede da Diocese em Niterói, logo D. Francisco do Rego Maia tomou posse da paróquia de Petrópolis no dia 12 de Setembro do ano subsequente. Após isso houve um bombardeio pela Esquadra sublevada em Niterói que fez com que o Governo do Estado do Rio de Janeiro fosse transferido para Petrópolis no ano de 1894. Em 1901 o D. Francisco do Rego Maia foi transferido para a Diocese de Belém do Pará, que cinco anos após, em 1906, ele fez sua renúncia para retornar à Roma e passar o resto de sua vida lá, até o dia em que faleceu no dia 4 de Fevereiro de 1928.

No dia 1º de Março de 1902 D. João Francisco Braga foi eleito o novo Bispo de Petrópolis, tomando posse no dia 26 de Outubro do mesmo ano. Logo após ele foi transferido para Curitiba no ano de 1907 e promovido a Arcebispo em 1926. Em 1935 ele fez sua renúncia para que pudesse passar seus últimos dias em Petrópolis que era o seu lar e o local em que ele ainda guardava em seu coração com tanto amor, ficando lá até a data em que faleceu no dia 13 de Outubro de 1937, sepultado no cemitério local. Com a iniciativa de D. Manoel Pedro da Cunha Cintra, seus restos mortais jazem no deambulatório da Cátedra São Pedro de Alcântara juntamente com os de D. Francisco do Rego Maia que foram trazidos de Roma.

Em 25 de Fevereiro de 1908 o Papa São Pio X fez com que a sede da Diocese retornasse para Niterói e apenas depois que ele nomeou o sucessor de D. João Braga, sendo esta pessoa o D. Agostinho Francisco Benassi. Nessa primeira fase a Diocese de Petrópolis se tornou sede da Diocese de Niterói pelos próximos dez anos e sete meses.

Papa Pio XII criou a Diocese de Petrópolis

Papa Pio XII criou a Diocese de Petrópolis

No dia 13 de Abrilk de 1946 o Papa Piox XII criou a nova Diocese de Petrópolis pela Bula “Pastoralisquaurgemur”, todos os seguintes municípios eram parte do território da Diocese de Petrópolis: Petrópolis, Teresópolis, São José do Vale do Rio Preto, Magé, Guapimirim, Duque de Caxias, São João de Meriti, parte do município de Três Rios (Bemposta) e parte do município de Paraíba do Sul (Paróquia de Inconfidência).

A criação da Diocese de Nova Iguaçu foi no dia 26 de Março de 1960, pois a Diocese de Petrópolis lhe cedeu o município de São João de Meriti. No dia 11 de Outubro de 1980 a Diocese também também perdia o município de Duque de Caxias para se unir juntamente à de São João de Meriti a Diocese Homônima.

O primeiro Bispo de Petrópolis Dom Cintra

O primeiro Bispo de Petrópolis Dom Cintra

No dia 3 de Janeiro do ano de 1948 o 1º Bispo da nova Diocese de Petrópolis D. Manoel Pedro da Cunha Cintra, até então Reitor do Seminário Central da Imaculada Conceição do Ipiranga e Visitador Apostólico dos Seminários do Brasil. Ele recebeu sua Ordenação Episcopal em São Paulo no dia 28 de Março de 1948, que tomou posse em Petrópolis em 25 de Abril. Ele fez o governo desta diocese até o dia 29 de Fevereiro de 1984, quando ele fez sua renúncia que foi aceita pelo Santo Padre o Papa João Paulo II. Aos 92 anos de idade ele faleceu em Petrópolis no dia 30 de março de 1999.

Em 23 de Março de 1966 o D. José Fernandes Veloso foi nomeado como Bispo Auxiliar de Petrópolis e foi ordenado na Catedral a 22 de maio do mesmo ano. No dia 26 de Novembro de 1981 foi nomeado como Bispo Coadjutor juntamente com o direito de sucessão. Foi sucedido por D. Manoel ao ter sua renúncia aceita pelo Santo Padre. Ele Governou a Diocese até o dia 13 de Janeiro do ano de 1996 quando o 3º Bispo de Petrópolis tomou posse, o D. José Carlos de Lima Vaz, falecido em Petrópolis no dia 10 de Julho de 2006.

Durante 8 anos D. José Carlos de Lima Vaz, SJ, fez o governo da Diocese de Petrópolis até o dia 12 de Maio de 2004 quando o Papa João Paulo II aceitou sua renúncia, após isso ele ficou em Pouso Alegre (Minas Gerais) e ficou lá até falecer no dia 9 de Julho de 2008.

Na mesma data seu sucessor foi nomeado, o até então Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, D. Filippo Santoro, se tornando o 4º Bispo de Petrópolis no dia 11 de Julho do mesmo ano. Durante 7 anos ele manteve sua função até que foi nomeado como Arcebispo de Taranto, na Itália por Sua Santidade Bento XVI no dia 1 de Novembro de 2011.

A partir do dia 5 de Janeiro de 2012 a Diocese ficou vacante no momento em que D. Filippo deixou a Diocese, quando ainda era Administrador Apostólico de Petrópolis. A mesma foi conduzida por Mons. Paulo Daher, que foi eleito o Administrador Diocesano de Petrópolis até que um novo bispo tomasse posse.

No dia 10 de Outubro de 2012, Sua Santidade, o Papa Bento XVI fez a nomeação de Dom Gregório Paixão, que até então era o Bispo Auxiliar de São Salvador, na Bahia, que se tornou o quinto bispo diocesano de Petrópolis no dia 16 de Dezembro de 2012.

Fotos da Diocese de Petrópolis

Agenda da Diocese de Petrópolis

Calendário

Padroeiros da Diocese de Petrópolis

O padroeiro da Diocese de Petrópolis é São Pedro de Alcântara, além de também ser o padroeiro do Brasil.

No mês de Outubro o calendário é marcado pela celebração em memória de inúmeros santos, alguns muito populares no Brasil como a Santa Teresinha do Menino Jesus (no dia 1), São Lucas (no dia 18) e do Apóstolo São Judas Tadeu (no dia 28). Além desses dias também existe a festa da padroeira do Brasil no dia 12, a festa da Nossa Senhora Aparecida. Mas nem sempre nós católicos nos lembramos de que esse mês também é o mês de comemorar a festa do Padroeiro do Brasil. Exatamente ele, o Padroeiro do Brasil que é reconhecido pela Santa Igreja antes mesmo da Nossa Senhora Aparecida, por mais que ele seja pouco lembrado nas devoções mais populares, o São Pedro de Alcântara é o padroeiro da Paróquia da Catedral, da Cidade de Petrópolis e também da Diocese de Petrópolis. Não está lembrado quem é São Pedro de Alcântara? Iremos te lembrar agora.

No ano de 1499 na cidade de Alcântara, na Espanha, segundo seus biógrafos nasceu em um berço cristão e com um grande fervor à oração. Enquanto ainda era adolescente, ele foi estudar na Universidade de Salamanca graças à sua família, foi então que descobriu sua vocação para a vida religiosa e fez seu ingresso na Ordem dos Franciscanos, pois seus desejo era ter uma vida religiosa profunda e com desapego de bens materiais, apenas fazendo o cultivo do ascetismo e de sua vida espiritual, tendo severos exercícios de mortificações e penitências.

Ele também desempenhou encargos muito importantes na vida religiosa, tendo fundado um novo ramo de franciscanos, os quais foram chamados de “estrita observância” devido à ênfase que davam à oração e à meditação. Além disso ele foi um exímio pregador notável e fecundo, por isso foi escolhido como confessor do Rei Dom João III, de Portugal. São Pedro de Alcântara teve um papel decisivo no apoio às reformas da Ordem das Carmelitas que foram implementadas por Santa Teresa D´Ávila, de quem ele foi diretor espiritual. Assim que ele conseguiu confirmar suas virtudes e sua missão de reformador, justamente naqueles tempos em que a Igreja vivia tantas provações, Deus realizou numerosos milagres e prodígios através da intercessão de São Pedro de Alcântara e muitas vezes com apenas sua presença os milagres já eram feitos. Sua fama de santidade e seu carisma místico acabaram se espalharam por toda a Europa, principalmente em Portugal, onde ele se tornou um santo de devoção da Família Real, isso também acabou resultando na escolha do nome de batismo de nossos dois Imperadores: “Pedro de Alcântara”. Toda essa devoção fez com que Dom Pedro I a pedisse ao Papa que proclamasse São Pedro de Alcântara como um padroeiro oficial do Brasil, pedido este que foi realizado no ano de 1826, pelo Papa Leão XII.

Toda essa devoção fez com que Dom Pedro II o escolhesse como patrono da cidade de Petrópolis. Então não se esqueçam de recorrer à abençoada intercessão de nosso patrono, pedindo que ele nos ajude a viver mais intensamente e com mais fervor nossa vida espiritual, em busca dos verdadeiros valores que são essenciais e autênticos da nossa fé cristã.

Link para redes sociais da Diocese de Petrópolis

Facebook da Diocese de Petrópolis: https://www.facebook.com/diocese.petropolis/

Vídeos

Secretaria

Coordenador Diocesano de Pastoral

Pe. Ernande Nascimento

Residência: Avenida Padre Anchieta, 256, Centro

25900-000 – Magé , RJ

Tel.: (21) 2633-1388 (Paróquia)

Documento de Aparecida

  1. g) A diversificação da organização eclesial, com a criação de muitas comunidades, novas jurisdições e organismos pastorais, permitiu que muitas Igrejas locais avançassem na estruturação de uma Pastoral Orgânica, para servir melhor às necessidades dos fiéis. (DCA-99,G)

169 – A Diocese, presidida pelo Bispo, é o primeiro espaço da comunhão e da missão. Ele deve estimular e conduzir uma ação pastoral orgânica renovada e vigorosa, de maneira que a variedade de carismas, ministérios, serviços e organizações se orientem no mesmo projeto missionário para comunicar vida no próprio território. Esse projeto, que surge de um caminho de variada participação, torna possível a pastoral orgânica, capaz de dar resposta aos novos desafios. Porque um projeto só é eficiente se cada comunidade cristã, cada paróquia, cada comunidade educativa, cada comunidade de vida consagrada, cada associação ou movimento e cada pequena comunidade se inserem ativamente na pastoral orgânica de cada diocese. Cada uma é chamada a evangelizar de modo harmônico e integrado no projeto pastoral da Diocese.

Sobre o Bispo

Dom Filippo Santoro

4º Bispo de Petrópolis

Lema: “Verbum Caro Factum” (E o v erbo se fez carne)

  • Nasceu em Bari (Carbonara), Itália, a 12 de julho de 1948
  • Ordenado Sacerdote em Bari a 20 de maio de 1972
  • Nomeado Bispo Titular da Tuscânia e Auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro a 10 de abril de 1996
  • Ordenação Episcola a 29 de junho de 1996
  • Nomeado Bispo de Petrópolis a 12 de maio de 2004
  • Tomou posse em 11 de julho de 2004
  • Nomeado Arcebispo de Taranto, Italia a 21 de novembro de 2011
  • Tomou posse em Taranto a 5 de janeiro de 2012

Localização

Rua São Pedro de Alcântara – Petrópolis, RJ – CEP: Telefone: (24) 2231-5212 / e-mail: ascom@diocesepetropolis.org.br

Fizemos um especial sobre a Diocese de colatina.